A Costa Esmeralda, no Litoral Norte de Santa Catarina, engloba municípios como Itapema, Porto Belo e Bombinhas. Essa região vem se consolidando como um polo turístico de excelência — e, concomitantemente, como um dos mercados imobiliários mais promissores do Brasil. O que conecta essas duas frentes (turismo + imóveis) é a infraestrutura turística: o desenvolvimento de equipamentos, serviços, mobilidade, lazer, praia, mar, natureza e urbanização que tornam o local atrativo para visitantes — e para quem busca residir ou investir.
Neste artigo vamos explorar como a infraestrutura turística impulsiona a valorização imobiliária na Costa Esmeralda — por que funciona, quais são os pilares, onde o mercado está, riscos e dicas de aproveitamento.
1. O papel da infraestrutura turística
Para entender a valorização imobiliária, primeiro é essencial ver o que chamamos por infraestrutura turística:
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Melhorias de acesso (rodovias, mobilidade local, estacionamento, portos, marina)
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Lazer e serviços (hotéis, pousadas, resorts, bares, restaurantes, atividades náuticas)
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Urbanização e equipamentos públicos (praças, orla, saneamento, iluminação, paisagismo)
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Conservação ambiental aliada (praias limpas, reservas, natureza acessível)
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Atração de um fluxo turístico relevante e de perfil diversificado ou de alto padrão
Na Costa Esmeralda, essas variáveis estão claramente em ação. Por exemplo: o artigo da Conteúdo Imob destaca que a região oferece “combinação única de belezas naturais, infraestrutura de qualidade e opções de lazer”.
Outro fato: em Porto Belo, um “Masterplan Perequê” contempla urbanização da orla, molhes, passarela, pavimentação e drenagem, o que melhora diretamente a qualidade de vida e o apelo da região.
Portanto, a infraestrutura turística atua como um multiplicador: quanto mais a região se prepara para receber turistas, melhor serviços e equipamentos, mais atrativa para morar ou investir, mais demanda, e assim valorização imobiliária.
2. Como isso se traduz em valorização imobiliária
Quando a infraestrutura turística se consolida, alguns efeitos no mercado imobiliário aparecem:
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Demanda crescente: tanto de visitantes quanto de indivíduos que desejam residir ou ter segunda casa em local de lazer. Exemplo: Costa Esmeralda sendo vista como “destino turístico de luxo” com alta demanda por imóveis de alto padrão.
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Escassez relativa: vista como região premium, belas praias, qualidade de vida, o que limita oferta ou torna oferta diferenciada = margem para valorização.
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Qualidade de vida e localização: imóveis em regiões com boa infraestrutura turística tendem a ser valorizados porque oferecem mais do que apenas “uma casa” — oferecem estilo de vida.
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Retorno para investidor: aluguel de temporada, revenda, valorização de capital. Por exemplo, em Porto Belo o valor dos imóveis cresceu cerca de 17% em 2023, projetando até 30% nos dois anos seguintes.
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Prestígio da marca/região: quando uma região turística “se firma”, o nome passa a contar — “morar na Costa Esmeralda” torna-se um atrativo em si.
Por exemplo, o jornal ND Mais informa que Porto Belo atingiu R$ 11,4 bilhões em VGV de lançamentos em 2024, sendo parte da “Costa Esmeralda” que virou “nova fronteira bilionária do mercado imobiliário”.
3. Panorama da Costa Esmeralda
Localização & contexto
A Costa Esmeralda está situada no litoral norte de SC, próxima a centros urbanos, com praias de alto apelo, natureza exuberante, e acessibilidade crescente.
Infraestrutura em expansão
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Obras de urbanização em Porto Belo (“Masterplan Perequê”).
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Investimento de R$ 200 milhões em um complexo hospitalar na região — importante para a infraestrutura de saúde e para valorização da cidade-base.
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Empreendimentos inovadores como o Vivapark Porto Belo — primeiro bairro-parque do Brasil, com masterplan, áreas verdes, etc.
Mercado imobiliário aquecido
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Valorização média acima da média regional.
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Alta demanda por imóveis de alto padrão, uso de temporada e investimento.
Fatores de risco e atenção
Embora o cenário seja promissor, é sempre importante considerar:
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Saturação ou excesso de oferta se o crescimento for desordenado
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Dependência do turismo: sazonalidade, crises no turismo podem afetar
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Infraestrutura ainda em obras: algumas melhorias futuras são promessas, não entregas
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Documentação, licenciamento, análise de região específica (terrenos, condomínio, vista, topografia)
4. Por que para a imobiliária e para o investidor isso importa
Para uma imobiliária, tratar esse tema oferece vantagem competitiva: você comunica para o cliente não apenas o imóvel, mas o contexto, o valor agregado, a justificativa da valorização.
Para o investidor ou comprador de imóvel, entender essa relação infraestrutura ↔ valorização permite:
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Escolher regiões com crescimento estrutural, não apenas modismo
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Avaliar o “quando” da valorização (já ocorrida ou projetada)
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Segmentar: moradia permanente, segunda residência, imóvel para temporada
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Precificar melhor e calcular retorno esperado
Na Costa Esmeralda, como vimos, temos evidências tangíveis de valorização + infraestrutura em curso. Isso permite argumentar com propriedade: “este imóvel está localizado em região X que está recebendo obras Y, o que eleva seu potencial de valorização”.
5. Dicas práticas para quem busca atuar ou investir na Costa Esmeralda
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Verifique localização exata: proximidade com orla, acesso, vista, mobilidade e obras planejadas.
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Acompanhe o cronograma das principais obras de infraestrutura: orla, saneamento, saúde, acesso.
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Busque imóveis com uso misto ou temporada se pretende aluguel: a demanda turística favorece.
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Prefira empreendimentos com alta qualidade de acabamento e serviços: imóveis em regiões turísticas tendem a se destacar pela diferenciação.
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Negocie no momento de pré-lançamento ou em regiões que ainda não se saturaram.
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Considere horizonte de médio a longo prazo para valorização real: 3-5 anos ou mais.
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Avalie a sazonalidade: temporada alta e baixa têm impacto — se for locação, veja a ocupação histórica.
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Conte com uma imobiliária local que conheça bem o mercado da Costa Esmeralda — oferecer esse contexto faz diferença.
A interseção entre infraestrutura turística e valorização imobiliária na Costa Esmeralda mostra que não basta ter belas praias — é preciso o desenvolvimento urbano, serviços, mobilidade, lazer, qualidade de vida para que o imóvel se torne não apenas um bem, mas um investimento sólido. A região está em transformação, com dados de crescimento real, o que a torna uma excelente oportunidade para quem atua no mercado imobiliário ou quer investir.
Se você representa uma imobiliária ou busca captar clientes, enfatizar essa narrativa — “região com plano, obras em curso, valorização já em andamento, qualidade de vida garantida” — confere credibilidade e atrai compradores/investidores bem-informados.
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